Leia a Biblia

Leia a Biblia

segunda-feira, 11 de março de 2013

DIFERENÇA ENTRE OS CALENDÁRIOS JUDAICOS


ANO NOVO


CALENDÁRIO JUDAICO

                                                          CALENDÁRIO JUDAICO

O calendário judaico é basicamente lunar, pois nele cada mês começa em uma lua nova, pois a palavra hebraica que é usada na Bíblia para significar mês é CHÓDESH, que significa lua nova, e vem da palavra CHADASH, que significa novo.

Pode ser considerado como dia da lua nova o dia em que ocorre a conjunção lunar, ou o dia seguinte ao em que ocorre a conjunção lunar.

No entanto, o calendário judaico é também solar, pois em Êxodo 12:2 e em Êxodo 13:4, Deus ordenou que o primeiro mês do ano seja o mês de Aviv, e a palavra Aviv significa primavera, de modo que o primeiro mês do ano deve ser o mês que coincide com o início da primavera na Terra de Israel, e as estações do ano são fixadas pelo movimento da Terra em redor do Sol.

Portanto, o calendário judaico, que é o calendário bíblico, é um calendário misto, lunar e solar, em que os meses são marcados pelos movimentos da lua, e os anos são marcados pelos movimentos do sol.

O ciclo da lua é de 29 dias, 12 horas, 44 minutos e 3 segundos, ou seja, aproximadamente 29 dias e meio.

Por isso, no calendário judaico os meses têm 30 dias e 29 dias, alternadamente.

Portanto, 12 meses, sendo 6 de 30 dias e 6 de 29 dias, dão um total de 354 dias. Como o ciclo do sol é de 365 dias e seis horas, aproximadamente, então existe uma diferença de cerca de 11 dias entre o ano lunar e o ano solar.

Para compatibilizar os meses lunares com o ano solar, esta diferença de cerca de 11 dias é compensada acrescentando-se em determinados anos um 13o  mês de 30 dias.

Este 13o mês é intercalado antes do mês de Adar, e é chamado Adar Rishon, que significa Adar Primeiro, e quando isto acontece, o mês de Adar passa a ser chamado Adar Sheni, que significa Adar Segundo.

Desta forma, temos no calendário judaico anos de 12 e de 13 meses.

O ano de 12 meses é chamado ano “comum”, e o ano de 13 meses é chamado ano “embolismal” (do grego: intercalado).

Tanto o ano comum como o ano embolismal pode ser “regular”, “bissexto” ou “deficiente”.

O ano é “regular”, quando os meses se sucedem com regularidade, sendo um de 30 e outro de 29 dias. No ano comum regular, todos os meses ímpares têm 30 dias, e todos os meses pares têm 29 dias. No ano embolismal regular, acontece o mesmo, com exceção de que o 12º mês tem 30 dias e o 13º mês tem 29 dias.

O ano é “bissexto” quando o mês de Cheshvan (8o mês) tem 30 dias ao invés de 29.

E o ano é “deficiente” quando o mês de Kislev (9o mês) tem 29 dias ao invés de 30.

Assim, temos 6 tipos diferentes de anos:

1) Ano “comum regular”, com 354 dias.

2) Ano “comum bissexto”, com 355 dias.

3) Ano “comum deficiente”, com 353 dias.

4) Ano “embolismal regular”, com 384 dias.

5) Ano “embolismal bissexto”, com 385 dias.

6) Ano “embolismal deficiente”, com 383 dias.

No calendário judaico, cada “ciclo” de 19 anos contém 12 anos comuns e 7 anos embolismais. O terceiro, sexto, oitavo, décimo primeiro, décimo quarto, décimo sétimo e décimo nono de cada ciclo são anos embolismais.

Um ano embolismal pode ser facilmente identificado. Basta dividir o seu número por 19. Se a divisão apresentar o resto de 3, 6, 8, 11, 14, 17 ou 0, o ano é embolismal.

Os rabinos introduziram o costume de considerar o primeiro dia do mês de Tishrei (7º mês) como sendo o primeiro dia do ano, e por isso até hoje a maioria dos judeus chama o primeiro dia do mês de Tishrei de Rosh haShaná, que significa início do ano, ou dia do ano novo.

No entanto, isto não é correto, pois Deus ordenou que consideremos o mês de Aviv (mês da Primavera) como o primeiro mês do ano (Êxodo 12:2 e 13:4), de modo que o verdadeiro dia do início do ano, ou dia do ano novo (Rosh haShaná), é o primeiro dia do mês de Aviv, também chamado Nissan.

Por isso, os judeus caraítas e os judeus ebionitas consideram o primeiro dia do mês de Aviv, ou Nissan, como sendo o início do ano, ou dia de ano novo (Rosh haShaná).

O primeiro dia do mês de Tishrei, que é o sétimo mês, deve ser chamado de Yom Teruá, ou Yom Zicaron Teruá, pois Deus assim ordenou em Levítico 23:24, e em Números 29:1.

Conhecem-se hoje apenas quatro nomes bíblicos de meses: Aviv e Ziv, na primavera, e Etanim e Bul, no outono.

O primeiro mês é chamado mês de Aviv, em Êxodo 13:4.

O segundo mês é chamado mês de Ziv, em 1 Reis 6:1.

O sétimo mês é chamado mês de Etanim, em 1 Reis 8:2.

O oitavo mês é chamado mês de Bul, em 1 Reis 6:38.

Os nomes atuais são de origem babilônica.

Aliás, a Torá se refere sempre aos meses pelo número de ordem (primeiro mês, segundo mês, etc.), com exceção do primeiro mês, que é chamado de mês de Aviv, em Êxodo 13:4.

Assim, a Páscoa (Pêssach) é celebrada no “primeiro mês”, e Yom Teruá e Yom Kipur são celebrados no “sétimo mês”.

Os nomes e respectivos números de dias dos meses obedecem à seguinte ordem:

1o -    Nissan, com                30 dias.

2o -    Iyar, com                      29 dias

3o -    Sivan, com                  30 dias.

4o -    Tamuz, com                29 dias.

5o -    Av, com                        30 dias.

6o -    Elul, com                      29 dias.

7o -    Tishrei, com                 30 dias.

8o -    Cheshvan, com          29 ou 30 dias.

9o -    Kislev, com                  30 ou 29 dias.

10o - Tevet, com                  29 dias.

11o - Shevat, com                30 dias.

12o - Adar, com                    29 dias, ou

         Adar Rishon, com       30 dias.

13o - Adar Sheni, com         29 dias.       

Nos anos comuns, o 12o mês chama-se Adar, e não existe o 13o mês.  Nos anos embolismais, o 12o mês se chama Adar Rishon (Adar Primeiro), e é acrescentado o 13o mês, que se chama Adar Sheni (Adar Segundo).

O início do sétimo mês, o mês de Tishrei, pode ser alterado de um dia. Esta alteração se procede em obediência a duas fundamentais regras rabínicas, a saber:

1- Jamais o Yom Kipur pode cair numa sexta-feira ou num domingo.

2- Jamais o dia de Hoshaná Rabá (21 de Tishrei) pode cair num sábado.

Em conseqüência da primeira regra, o primeiro dia do sétimo mês (Yom Teruá) jamais cai numa quarta ou sexta-feira, e em decorrência da segunda regra, tampouco cai num domingo.

Por sua vez, o Yom Kipur, além de jamais cair numa sexta-feira ou num domingo, tampouco cai numa terça-feira, em decorrência da segunda regra.

Um modo prático para memorizar tudo o que precede, é a fórmula hebraica “Adu” (álef, dálet, vav).

O álef representa o número 1, o primeiro dia da semana, o dálet representa o número 4, o quarto dia da semana, e o vav representa o número 6, o sexto dia da semana.

Esta fórmula significa que o primeiro dia do sétimo mês (Yom Teruá) não pode cair num domingo, quarta ou sexta-feira.

Com isso, ficam resguardadas as duas regras fundamentais do calendário judaico.

A capa de muitos calendários judaicos traz impressa uma sigla de 3 letras hebraicas.

Estas 3 letras contêm o caráter do ano inteiro.

A primeira letra da direita corresponde ao Yom Teruá. A última letra, ao dia da Páscoa (Pêssach), e a letra do meio indica se o ano é regular, bissexto ou deficiente.

O ano regular é indicado com a letra “caf” (inicial da palavra hebraica “Kesidrá”), o ano bissexto é indicado com a letra “shin” (inicial da palavra hebraica “shelemá”), e o ano deficiente é indicado com a letra “chet” (inicial da palavra hebraica “chesserá”).

Quem pois está por pouco que seja familiarizado com o calendário judaico, tem diante de si, apenas com esta sigla, os dias da semana em que caem todas as festas religiosas do ano, sabendo-se que estas estão estreitamente relacionadas com os dias da semana em que caem o Yom Teruá e a Páscoa.

Porém, a chave mesma do calendário judaico nos é fornecida pela flexibilidade do mês de Kislev, que tanto pode conter 30 dias como, se necessário, 29.

Daí a utilidade prática da fórmula ADU.

Ao verificar-se que no ano seguinte Yom Teruá poderá cair num domingo, quarta ou sexta, corta-se um dia do mês de Kislev e desta forma no ano seguinte o Yom Teruá fica antecipado para sábado, terça ou quinta-feira.

Quanto à flexibilidade do mês de Cheshvan, que ao invés de 29 tem às vezes 30 dias, o motivo é semelhante ao de, no calendário gregoriano, fevereiro às vezes ter 29 dias ao invés de 28.

Trata-se de um acerto de tempo.

O ciclo da lua é de 29 dias, 12 horas, 44 minutos e 3 segundos.

Por isso, os meses têm alternadamente 30 dias e 29 dias, o que dá uma média de 29 dias e meio.

No entanto, existem os 44 minutos e 3 segundos que sobram, e esta diferença vai se acumulando, e a cada 33 meses, aproximadamente, esta diferença acumulada gera um dia a mais, e por isso é necessário que haja anos bissextos, para acertar essa diferença.

O fato é que num ciclo de 19 anos o calendário judaico alcança a perfeição da coincidência do ano lunar com o ano solar.

Reminiscência dos tempos em que o Sinédrio proclamava a lua nova, baseado no testemunho de pelo menos dois observadores que transmitiam a notícia por meio de sinais de fogo acesos nas colinas, ou por velozes mensageiros, é o costume de, na diáspora, celebrarem-se certos feriados dois dias seguidos, pois corrigem-se desta forma eventuais enganos de observação na aparição do menor quarto crescente da lua nova.

Duas outras características do calendário judaico que convém destacar, são: que os dias da semana, em hebraico, com exceção de sábado, não têm nome, e que, contamos o dia “de noite para noite”, começando o mesmo ao pôr do sol e terminando 24 horas depois, ao se avistar as primeiras estrelas, tudo de acordo com o que está escrito em Gênesis 1:5: “E houve noite e houve manhã, o primeiro dia”.

Para ver um calendário com a marcação do início de cada mês do calendário judaico e dos dias das festas que Deus ordenou e das demais festas bíblicas, veja a seguinte página: http://www.servosdejave.org.br/calendario.htm .

Para obter um programa que dá o calendário judaico em todos os anos, veja a seguinte página: http://www.kaluach.org/

Que Javé (Yahveh) vos abençoe.

João Paulo Fernandes Pontes.






quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

GRANDES LEMBRANÇAS


MEUS IRMÃOS EM RUROPÓLIS/PA

E Hamã disse ao rei Assuero: Existe espalhado e dividido entre os povos em todas as províncias do teu reino um povo, cujas leis são diferentes das leis de todos os povos, e que não cumpre as leis do rei; por isso não convém ao rei deixá-lo ficar.Ester 3:8  

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

VIRGINDADE



Virgindade, saiba mantê-la!
 

É muito natural, hoje em dia, que um casal de noivos durma junto para testar o relacionamento dos dois: “Devemos ou não nos casar?” Esta maneira de agir do mundo é correta? Há pessoas que estão vivendo juntas há 10 ou 15 anos e parece estar dando certo (isto é o que eles dizem).Vejamos algumas razões que nos mostram que esta maneira de pensar do mundo está contra os planos de Deus para a nossa completa felicidade no casamento:
1) Por que Sexo Antes do Casamento Não Nos Fará Conhecer o Verdadeiro Amor?

Quando estamos fora do centro da vontade de Deus, aquilo que estamos planejando para nossa vida não pode dar certo. Em 1Tes 4:3 a Bíblia nos diz: “Porque esta é a vontade de Deus, a vossa santificação; que vos abstenhais da prostituição;” .Deus não aprova o sexo fora do casamento.O homem pode até dizer que é liberal, que não acha nada demais haver o sexo pré-nupcial, mas, bem no íntimo de sua alma, ele prefere se casar com aquela moça pura, obediente à Palavra de Deus e que se guarda para o seu marido que a conhecerá na noite de núpcias.Muitos desses noivos liberais, quando conseguem o que querem da noiva ficam achando que ela já praticou sexo com algum ex-namorado. O que prova o contrário?Moça, procure chegar até seu esposo de cabeça erguida, sem ter de que se envergonhar, fiel não só a ele mas principalmente ao Senhor que foi o criador do sexo que é lindo e puro dentro do casamento.
2) Porque Sexo Antes do Casamento Nos Afasta do Perfeito Plano de Deus?

Não devemos ver o sexo como um simples prazer de momento, ou como um ato físico, mas como a união entre duas pessoas numa só. É um ato tão íntimo que podemos dizer que parte de você fica com ele e parte dele fica com você.Se você já teve relação sexual com outro, então quando você se casar não poderá dar a seu marido , ou vice-versa, 100% de você porque parte de você já ficou com outro (a). Deus fez você para ser única e exclusivamente de seu marido. É este o Seu plano.
3) Como Me Vejo Após Ter Relação Sexual Antes de Me Casar?

Em 1Cor 7:8,9, a Bíblia nos diz que é melhor casar-se do que abrasar-se. Ainda em 1Cor 7:32, ela nos diz que o corpo não é para a prostituição, senão para o Senhor. A Palavra de Deus chama de fornicação ao sexo pré-nupcial.Tanto o homem como principalmente a mulher se desvalorizam se fazem sexo antes do casamento. Viver juntos antes de se casarem, faz com que apareçam um sem número de problemas. A situação se torna tensa. Surge um clima de insegurança e de desconfiança, aparecem pressões no relacionamento, auto desvalorização e o que é pior... Aos olhos de Deus, eles fornicaram.
4) Como Me Sinto Após Ter Relação Sexual Antes de Me Casar?

Temos que admitir que o “sentimento de culpa” que, muitas vezes, vive dentro de nós, se deve ao fato de sermos pecadores, miseráveis e de não seguirmos os conselhos bíblicos de nosso Deus Santo que sempre quer o melhor para nós. No livro “Resposta Francas a Perguntas Honestas” de Jaime Kemp, um jovem diz o seguinte: “Sou crente em Jesus, filho de pastor e presidente da União de Mocidade da minha igreja. Isto também é uma das causas do tremendo sentimento de culpa, do qual não consigo me libertar. Toda esta angústia deve-se a um fato ocorrido há quase um ano e meio atrás. Por alguns meses, mantive relações sexuais com a esposa do regente do coral de nossa igreja. Foi uma experiência amarga. O sentimento de culpa tornou-se insuportável e nos fez terminar com aquele vínculo ilícito. As conseqüências porém, têm sido terríveis.
Perdi a paz, a alegria em servir a Deus e a ousadia de testemunhar sobre Jesus. Passei, inclusive, a sentir dúvidas sobre minha salvação. Por favor, me ajude!” Este exemplo não é, na verdade, sobre um fato que aconteceu entre dois noivos mas entre um jovem e uma mulher casada. Mas o que queremos focalizar aqui é o sentimento de culpa que surge quando estamos fora da vontade de Deus, quando estamos em pecado. Mas graças ao nosso Deus que nos ama e nos perdoa se confessarmos os nossos pecados e mostrarmos um arrependimento genuíno (veja 1Jo 1:9).
5) O Que Surge Fatalmente Após Uma Relação Sexual Antes do Casamento?

Uma Grande Decepção Geralmente, é mais a mulher que sonha em um dia ficar a sós com a pessoa que “ama” e se entregar de corpo e alma pensando que vai ter momentos muito prazeirosos. Mas, com a pergunta: “Para vocês a experiência sexual foi agradável,desagradável ou uma decepção?”, num levantamento feito em uma clínica de mães solteiras, chegou-se à seguinte conclusão: 50% disseram que foi uma decepção; 30% disseram que foi desagradável e revoltante, enquanto só 20% responderam que foi agradável. 1Tes 4:4,5 nos diz: “Que cada um de vós saiba possuir o seu vaso em santificação e honra; Não na paixão da concupiscência, como os gentios, que não conhecem a Deus.”
6) Que Riscos Você Corre Se Tiver Relação Sexual Antes do Casamento?

O sexo antes do casamento é arriscado sob vários aspectos: doenças venéreas, aids...As doenças venéreas podem causar infecções sérias, cegueira e até a morte. A aids, depois de muito sofrimento, causa a morte. E o pior é que pode ser transmitida para os filhos com os mesmos efeitos. Veja o que pode acontecer com você: “Marta, uma jovem crente, era noiva de Tiago, presidente do jovem de uma igreja muito conceituada, de doutrina firme, e de comunhão invejável. Por causa do “amor” que havia entre ambos e dos carinhos, que cada vez ficavam mais audaciosos, decidiram dormir juntos e esqueceram qual era a vontade de Deus com relação a duas pessoas solteiras. E tudo foi mais ou menos assim: MARTA dormiu com TIAGO que tinha dormido com HELENA e com MARIA que tinha dormido com JOSÉ que tinha dormido com 5 prostitutas (duas delas tinha AIDS). Por causa de uma noite de amor e prazer com o noivo crente (ela tinha certeza que não havia perigo nenhum), Marta contraiu o vírus da Aids.
7) Será Que Sua Vida Pode Mudar Completamente Após Ter Relação Sexual Antes do Casamento?

Ao visitar um lar de mães solteiras podemos ver o desespero refletido em cada rosto. São jovens que não sabem como enfrentar o futuro; não sabem se um dia conhecerão o verdadeiro amor e se constituirão um lar.A jovem crente deve colocar seu namoro nas mãos do Senhor. Quando ela começa a pensar que é senhora de tudo, que sabe o que está fazendo é, então, que o inimigo de nossas almas começa a agir. E é aí que ela começa a fazer o que não deve e, de repente, pode descobrir que está grávida.A gravidez pode acontecer com qualquer pessoa e esta pessoa pode, até mesmo, ser você. E, quando isto acontece, você pode trazer dentro de você uma criancinha que já a partir do 28o dia de fecundação tem o coração já a palpitar.
No 30º dia, quase todos os órgãos já começaram a funcionar. Antes mesmo de você descobrir que está grávida o seu bebê já é uma pessoa e se você pensar em abortar você estará matando o seu filho. Sl 139:13-16 diz: “Pois possuíste os meus rins; cobriste-me no ventre de minha mãe. Eu te louvarei, porque de um modo assombroso, e tão maravilhoso fui feito; maravilhosas são as tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem. Os meus ossos não te foram encobertos, quando no oculto fui feito, e entretecido nas profundezas da terra. Os teus olhos viram o meu corpo ainda informe; e no teu livro todas estas coisas foram escritas; as quais em continuação foram formadas, quando nem ainda uma delas havia.”Quando a gravidez é descoberta, começam a surgir os problemas: vergonha, despreparo financeiro e ressentimento mútuo.Mesmo sabendo que Deus nos perdoa, devemos evitar tamanhos transtornos.
8) Será Que Imaginamos O Tamanho dos Problemas Que Podem Surgir Se Tivermos Relações Sexuais Antes do Casamento?

Nunca tenha certeza de que o rapaz que você “ama” e que diz que a “ama” se casará com você quando souber que você está grávida. O homem, mesmo aquele liberal, prefere se casar com a moça que guardou a sua virgindade para ele. Na sua maioria, o homem quer ser o primeiro.Deus foi, é e será sempre o mesmo. Para Deus não existem frases como: “Agora é tudo diferente...!”, “Antigamente é que se pensava assim!”, “Agora é tudo natural, temos que nos conhecer bem para não darmos um passo errado!”.Veja que problemão você arranjou: Você descobre que está esperando um filho de seu noivo e ele lhe diz: “Será que este bebê não é de outro?” Ou “Não, não quero me casar com você, pois não a amo”!. E quanto a seus pais? Como enfrentá-los? E quanto a igreja? Como encará-la? E quanto a Deus? De todos os problemas, este é o mais grave! O seu pecado não foi contra ninguém mas somente contra Deus. Veja o que o rei Davi disse a Deus em Salmos 51:4: “Contra Ti, contra Ti somente pequei, e fiz o que é mal à Tua vista.”.
9) Será Que A Incompatibilidade No Casamento Surge Quando Não Aceitamos O Plano De Deus Em Nossa Vida E Mantemos Relações Sexuais Antes Do Casamento?

Como nos enganamos em pensar que sabemos o que é o amor! Muitas vezes, nos entregamos de corpo e alma ao nosso noivo e pensamos que o que estamos fazendo é uma demonstração do amor verdadeiro. Puro engano!!! O que está havendo entre os dois é apenas uma atração sexual. O amor verdadeiro é aquele de 1Cor 13 que diz que o amor é sofredor, é benigno, não é invejoso... é aquele que enfrenta fraldas e louça suja, cabelo despenteado, bebê chorando por toda uma (s) noite (s) , dificuldades financeiras, doenças... e mesmo assim os dois ainda se amam e seguem juntos enfrentando bons e maus momentos que surgem em suas vidas. Quando você se casa e vê que está tendo um casamento infeliz é quando então você descobre que o que você sentia (e provavelmente ele também) era apenas uma atração sexual.
10) Será Que Seu Casamento E Sua Felicidade Estarão Ameaçadas Se Você Mantiver Relação Sexual Antes Do Casamento?

No livro “Love, Dating & Marriage” de George B. Eager, ele diz que “o sexo antes do casamento lança a semente da dúvida e da desconfiança”. Alguns casais que mantiveram relações sexuais antes do casamento, aparentemente vão bem mas existe no coração do marido, ou da mulher, ou de ambos, sentimentos de desconfiança, rejeição, ressentimento, etc. Outros, mesmo casados, continuam procurando o verdadeiro amor, mantendo relações extra-conjugais. Estes estão sempre procurando novas experiências. Vejamos alguns versículos que nos mostram o que Deus Realmente pensa sobre o casamento: 1Cor 6:18; Heb 13:14; 1Cor 6:9,10.Fugi da prostituição. Todo o pecado que o homem comete é fora do corpo; mas o que se prostitui peca contra o seu próprio corpo. (1 Coríntios 6:18 BRP).
Porque não temos aqui cidade permanente, mas buscamos a futura. (Hebreus 13:14 BRP) 9 Não sabeis que os injustos não hão de herdar o reino de Deus? 10 Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus. (1 Coríntios 6:9-10 BRP) Do mesmo modo que Deus condena a fornicação, Ele nos perdoa se viermos a Ele arrependidos. Vejamos os versículos:
"Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado. Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós. Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça." (1 João 1:7-9 BRP).

"Todo o que o Pai me dá virá a mim; e o que vem a mim de maneira nenhuma o lançarei fora." (João 6:37 BRP)
Valdenira N. de M. Silva.
Fonte: www jesussite.com.br     
/ http://www.vivos.com.br

A IDOLATRIA DO NATAL

NATAL
O homem está totalmente integrado ao meio em que vive, a conseqüência é a absorção de costumes e práticas  comuns a todos; principalmente, quando se trata de uma comemoração tão "bela" e na qual as emoções vêem à tona. Verdadeiramente é muito difícil aceitarmos qualquer informação que vá de encontro a esta festividade, nossa tendência inicial  é rejeitar tais ensinamentos, taxando-os de inconsistentes ou originado em mentes de "pessoas que querem ser santas demais". Mas é fato!  Ao contrário do que muitos pensam o NATAL não é uma festa originalmente cristã. As fontes pesquisadas apresentam várias versões retratando o surgimento  dos símbolos natalinos, porém, todos possuem um ponto em comum, a origem pagã!  A introdução desta comemoração na igreja cristã surgiu no catolicismo, por volta do século IV, a idéia era "abafar” o paganismo,   cristianizando com uma boa maquiagem as celebrações comuns aos povos pagãos.
A palavra natal em inglês é christmas, a união de duas palavras, christ e mass que significa missa de Cristo ou missa de natal.
O dia 25 de dezembro foi escolhido porque coincidia com os festivais pagãos que celebravam a: 1)saturnália e o 2) solstício de inverno, em adoração ao deus-sol  3) sol invictus. Este festival de inverno era chamado à natividade do sol. A festa solar do natalis invicti (natividade do sol inconquistado) era celebrada em 25 de dezembro.
A prática de trocar presente era, segundo nos informa Tertuliano, parte da saturnália. Não há nada de errado em dar presente; os israelitas davam presentes uns aos outros em tempos de celebração (Et 9:22). Mas alguns têm procurado ligar os presentes de natal com aqueles que Jesus recebeu dos magos, porém, não há qualquer correspondência entre as duas situações.
A árvore de natal tem suas origens no paganismo. Segundo uma fábula babilônica, um pinheiro renasceu de um antigo tronco morto. O novo pinheiro simbolizava que Ninrode tinha vindo a viver novamente em Tamuz. Entre os druidas o carvalho era sagrado. Entre os egípcios era a palmeira, e em Roma era o abeto, que era decorado com cerejas negras durante a saturnália. O deus escandinavo odim era crido como um que dava presentes especiais na época de natal àqueles que se aproximassem de seu abeto sagrado. Em inúmeras passagens bíblicas a árvore é associada à idolatria e a adoração falsa: “Porque também os de Judá edificaram altos, estátuas, colunas e Postes-ídolo no alto de todos os elevados outeiros, e debaixo de todas as árvores verdes” (1Rs 14:23). ‘Não estabelecerá Postes-ídolo, plantando qualquer árvore junto ao altar do Senhor teu Deus que fizeres para ti” (Dt.16:21). Portanto a árvore de natal recapitula a idéia da adoração de árvore, sendo que castanhas e bolas simbolizam o sol.
A fim de justificar a celebração do natal muitos tentaram identificar os elementos pagãos com símbolos bíblicos. Jesus, por exemplo, foi identificado com o deus-sol. Tertuliano teve que assegurar que o sol não era o Deus dos cristãos, e Agostinho denunciou a identificação herética de Cristo com o sol.
É bom lembrarmos das advertências do profeta: “Porque os costumes dos povos são vaidade; pois cortam do bosque um madeiro, obra das mãos do artífice com machado; com prata e ouro o enfeitam, com pregos e martelos o fixam, para que não oscile” (Jr 10:3,4).
Com o passar do tempo muitos outros costumes foram sendo introduzidos nas festividades do natal. O papai Noel, por exemplo, é uma representação de São Nicolau, um santo da igreja católica romana. O presépio foi inserido por São Francisco.
Não devemos jamais nos esquecer que como cristãos verdadeiros somos ordenados a comemorar a morte de Cristo, sua ressurreição e sua vinda (1Co 11:25,26). Em nenhum lugar das Escrituras é ordenado aos cristãos que comemorassem o nascimento de Cristo. Talvez porque o nascimento de Cristo é um fato histórico aceito por todos os homens, é algo que ninguém se opõe. Não é assim porém com relação a sua ressurreição. Todos comemoram o nascimento de Cristo, mas somente os cristãos comemoram a sua ressurreição. Devemos ainda lembrar que acerca de Jesus, identificado na pessoa de Melquisedeque, se diz que era "...sem pai, sem mãe, sem genealogia; que não teve princípio de dias, nem fim de existência..." (Hb.7:3).
Em todos os períodos da história da cristandade uma minoria de líderes eclesiásticos tem se colocado contra a observância do natal. Uns ou mais fatores está relacionado a essa oposição: (1) uma rejeição da autoridade eclesiástica na sua tentativa de estabelecer dias oficiais de festas dos quais o natal é um; (2) uma objeção às bebidas, festas e imoralidade associadas às festividades do natal em todos os períodos da história; (3) as associações antigas e contínuas entre o natal e as idéias e práticas religiosas pagãs.

Amados do Senhor,   é tempo de rejeitarmos todo e qualquer sincretismo no seio do Povo Eleito, fechando todas as brechas que o inimigo astutamente consegue abrir no coração da igreja; e para que isto aconteça passos de fé e desprendimento precisam ser dados, eliminando todo e qualquer canal, por mais belo que seja, idealizado pelo inimigo de nossas almas e empurrado como lixo para dentro das vidas.

Saiba adorar a Deus em "espírito e verdade!
” ·

Eu não sou contra a realização de cultos no dia 25 de dezembro. Devemos honrar o Senhor todos os dias do ano, inclusive, no dia simbolicamente dedicado ao Seu nascimento. Mas, sou profundamente contrário à importação de costumes e práticas sabidamente anti-bíblicas.



Pr Elias de Oliveira.
(Fonte de Pesquisa histórica: www elnet com.br)  www.vivos.com.b